São exatamente 12:45 do dia 31/08/2010. Estou em horário de almoço. Dando um break para desestressar um pouco. A manhã foi alucinante. Minha cabeça já começa doer e esquentar.
Como digo, felizmente estou estável para não endoidar...
Caros leitores! Neste blog pos, Estão meus relatos diários sobre o TAB, portadora que sou. Agradeço por seus comentários ou relatos sobre assunto ou correlatos. Sua participação é importante! Abraço Teresa Azevedo http://www.teresaazevedo.prosaeverso.net/ krika3@gmail.com Venda do meus livros: www.clubedeautores.com.br
terça-feira, 31 de agosto de 2010
Conflitos cotidianos
Quase não tenho tido tempo para postar minhas experiências com o TAB, também devo admitir que tenho me mantido estável, apesar da correria insuportável e esgotamento que fico com meu ofício regular.
Manter-me estável não significa logicamente que não tenho apresentado sintomas e dificuldades, tão somente que os mesmo têm sido controlados. Nestes dias, por exemplo, em que o ritmo na Gráfica tem sido ainda mais acelerado eu tenho ficado totalmente acabada.
O esgotamento para mim tem sintomas interessantes. Pela manhã, normalmente renovada chego cantando e brincando com todo mundo. Na verdade pela manhã sou eu mesma, a mulher feliz e alegre que ama viver. Mas com o decorrer do dia as cobranças dos inúmeros orçamentos que não param de despencar e sempre o próximo será mais urgente ao anterior me "enlouquecem". Além disso, a cada tarefa concluída sempre há pelo menos um impedimento de ela evoluir com naturalidade, quer seja burocratica, financeira, arquivos que não estão adequados, técnica ou humanamente falando. Parece incrível como as coisas emperram, é de fato muito desgastante.
Quando eu estava na assistência, na época do gerente anterior podia ver os problemas de forma mais clara de forma a ajudar resolvê-los, mas agora que também atuo fazendo parte deles eu fico de fato perdida. Acho que já perdi a elegância e a compostura para gerenciá-los e resolvê-los; agora é nadar e nadar para não se afogar (o pior é que, cá entre nós eu não me afogo, mas fato os braços como louca e não saio do lugar)... Se não fosse não fosse crítico seria engraçado.
As vezes me sinto literalmente como uma barata tonta. Talvez seja porque ainda me resta aquela coisa de tenho que conduzir o barco e não apenas remar. Uma falta de identidade com a atual situação... Não sei trabalhar com pressão, isto é ponto pacífico. Uma falha genética talvez...
É incrível como meu ofício regular me deixa literalmente comparável a uma panela de pressão. Pela manhã sou como a panela vazia e depois com a água fria sendo colocada nela e logo após os legumes pouco a pouco sendo colocados confortavelmente. Então o fogo é aceso, esquenta, esquenta, esquenta, ferve, ferve, borbulha com a pressão (as vezes como que vejo minha mene borbular os pensamentos e afazeres) derrete os alimentos, no meu caso os "miolos".
Quando chega a tarde, minha cabeça está tão confusa, sinto como se fosse estourar, os pensamentos dispersos cruzam-se uns aos outros alucinadamente. As vezes sinto que vai estourar. Meu corpo já não responde mais aos estímulos. O cansaço físico toma conta de meu corpo de forma que não sou capaz de ser útil para mais nada.
Ao chegar em casa preciso me deitar, relaxar, deixar que os pensamentos voltem aoi lugar com a noite de sono, mas dia a dia eles vão ficando mais difíceis de se reconectar aos seus devidos lugares.
Se a noite fosse duas vezes o dia talvez conseguisse me recuperar e ter tempo de ser produtiva em casa, nos meus afazeres, com tudo que preciso e quero fazer e ser. Mas como ela voa e já é hora de despertar para um novo dia, sempre me sinto em dívida com Deus, minha família, com minha casa, com meus amigos, com minha criação e comigo mesma. Esta sensação é horrível e ainda mais desgastante.
Quando tiro férias volto a ser eu, mesmo que fique só em casa é delicioso, sem grana para viajar ou dar grandes passeios. Minha mente funciona como exatidão e tranquilidade, não que os afazeres domésticos me sejam aprazíveis, não são. Mas consigo produzir no que gosto e sei fazer. Escrevo, desenho, fico com minha família, quando necessário descanso. Desenvolvo processos criativos e aí tudo é maravilhosoooooo, como na música.
Faltam quase três anos para eu me aposentar, rastejo até lá, sei que a cada dia a minha saúde fica mais e mais prejudicada, quem me dera poder parar agora, mas não posso é claro.
Então, vamos prosseguindo, dando graças a Deus pór nosso emprego e pedindo que Ele nos capacite para desempenharmos nossos papéis com a capacidade e sabedoria divinas em o nome de Jesus. Amém
Manter-me estável não significa logicamente que não tenho apresentado sintomas e dificuldades, tão somente que os mesmo têm sido controlados. Nestes dias, por exemplo, em que o ritmo na Gráfica tem sido ainda mais acelerado eu tenho ficado totalmente acabada.
O esgotamento para mim tem sintomas interessantes. Pela manhã, normalmente renovada chego cantando e brincando com todo mundo. Na verdade pela manhã sou eu mesma, a mulher feliz e alegre que ama viver. Mas com o decorrer do dia as cobranças dos inúmeros orçamentos que não param de despencar e sempre o próximo será mais urgente ao anterior me "enlouquecem". Além disso, a cada tarefa concluída sempre há pelo menos um impedimento de ela evoluir com naturalidade, quer seja burocratica, financeira, arquivos que não estão adequados, técnica ou humanamente falando. Parece incrível como as coisas emperram, é de fato muito desgastante.
Quando eu estava na assistência, na época do gerente anterior podia ver os problemas de forma mais clara de forma a ajudar resolvê-los, mas agora que também atuo fazendo parte deles eu fico de fato perdida. Acho que já perdi a elegância e a compostura para gerenciá-los e resolvê-los; agora é nadar e nadar para não se afogar (o pior é que, cá entre nós eu não me afogo, mas fato os braços como louca e não saio do lugar)... Se não fosse não fosse crítico seria engraçado.
As vezes me sinto literalmente como uma barata tonta. Talvez seja porque ainda me resta aquela coisa de tenho que conduzir o barco e não apenas remar. Uma falta de identidade com a atual situação... Não sei trabalhar com pressão, isto é ponto pacífico. Uma falha genética talvez...
É incrível como meu ofício regular me deixa literalmente comparável a uma panela de pressão. Pela manhã sou como a panela vazia e depois com a água fria sendo colocada nela e logo após os legumes pouco a pouco sendo colocados confortavelmente. Então o fogo é aceso, esquenta, esquenta, esquenta, ferve, ferve, borbulha com a pressão (as vezes como que vejo minha mene borbular os pensamentos e afazeres) derrete os alimentos, no meu caso os "miolos".
Quando chega a tarde, minha cabeça está tão confusa, sinto como se fosse estourar, os pensamentos dispersos cruzam-se uns aos outros alucinadamente. As vezes sinto que vai estourar. Meu corpo já não responde mais aos estímulos. O cansaço físico toma conta de meu corpo de forma que não sou capaz de ser útil para mais nada.
Ao chegar em casa preciso me deitar, relaxar, deixar que os pensamentos voltem aoi lugar com a noite de sono, mas dia a dia eles vão ficando mais difíceis de se reconectar aos seus devidos lugares.
Se a noite fosse duas vezes o dia talvez conseguisse me recuperar e ter tempo de ser produtiva em casa, nos meus afazeres, com tudo que preciso e quero fazer e ser. Mas como ela voa e já é hora de despertar para um novo dia, sempre me sinto em dívida com Deus, minha família, com minha casa, com meus amigos, com minha criação e comigo mesma. Esta sensação é horrível e ainda mais desgastante.
Quando tiro férias volto a ser eu, mesmo que fique só em casa é delicioso, sem grana para viajar ou dar grandes passeios. Minha mente funciona como exatidão e tranquilidade, não que os afazeres domésticos me sejam aprazíveis, não são. Mas consigo produzir no que gosto e sei fazer. Escrevo, desenho, fico com minha família, quando necessário descanso. Desenvolvo processos criativos e aí tudo é maravilhosoooooo, como na música.
Faltam quase três anos para eu me aposentar, rastejo até lá, sei que a cada dia a minha saúde fica mais e mais prejudicada, quem me dera poder parar agora, mas não posso é claro.
Então, vamos prosseguindo, dando graças a Deus pór nosso emprego e pedindo que Ele nos capacite para desempenharmos nossos papéis com a capacidade e sabedoria divinas em o nome de Jesus. Amém
terça-feira, 10 de agosto de 2010
Convites e informações aos seguidores e leitores


O último mês tem sido tão exaustivo, entre o ofício regular e as revisões em um dos projetos para publicação solo. A preparação para o lançamentos das Antologias na Bienal, enfim... Loucuras de iniciante. Tudo é novo para mim, quando penso que concluí percebo que estou só recomeçando... (risos)
O Blog e o Recanto ficaram como que esquecidos, com certeza não o foram, mas faltam os momentos de pausa para inspirarão. Na verdade nos momentos de pausa o corpo pede cama.
Exaustivo ou não, um tanto tenso pelas normas extensas, mas prazeroso de qualquer modo.
Aproveito para convidar a todos que estarão por São Paulo nos dias 15 e 20 de agosto para me visitarem na Bienal.
Dia 15/08/2010 na 21ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo, Centro de Convenções Anhembi, no stand da Editora Scorsoni com a V Antologia do Projeto Delicata, Av I com Rua M, a partir das 19 horas.
Dia 20/08/2010 as 20 horas, no I Encontro de Poetas Brasileiros também na Bienal, no stand da Editopra In House, Rua O Travessa literária, com a Antologia dos Poetas Contemporâneos do Brasil - Volume I.
No dia 14/08/2010, as 19 horas. também estaremos no Itaú Cultural, Av. Paulista 149 - SP, também com o Projeto Delicata.
E quem sabe ainda terei uma surpresa da parte da Biblioteca 24x7, que com certeza vou amar compartilhar com vocês.
Grande abraço e até breve!
quinta-feira, 29 de julho de 2010
Há três semanas tive o fabuloso aviso de depressão a vista, o arrepio na perna.
Desde que sai de licença-prêmio para cuidar da saúde da minha mãe que estava com problema grave, isto dia 16 de junho me fechei escrevendo e cuidando dela. Não saí de casa, salvo os dias de médico e algumas pouquíssimas vezes com a família.
Meus últimos quinze dias de LP, com pedreiro em casa foram ainda mais reclusos. E a medida que os gastos previstos foram aumentando eu fui me desesperando, mas fora isto estava bem.
Já tinha passado a tristeza com a doença da minha mãe que não a obrigou a cirurgia e o fim do casamento do meu filho mas pelo contrário, me sentia feliz com todas estas coisas. Somente duas coisas me preocupavam: A volta ao trabalho depois de me habituar a dormir mais do que o normal e a ficar em casa, e as dívidas que tive apesar de ter parado a reforma antes de sua conclusão.
Bem, voltei há duas semanas e tem sido muito difícil como previa, trabalho e assim que chego em casa janto e logo em seguida deito e durmo até o dia seguinte. Quando as pessoas me convidam para sair recuso. Nos horários que consigo me manter acordada, converso um pouco com os amigos pela internet fico um pouco com a familia e trabalho nos meus livros.
O arrepio que na verdade não sei se é um arrepio, talvez seja uma contração muscular,tem sido presente todos os dias.E normalmente ele é apenas na parte superior da coxa esquerda, mas hoje deu no braço e coxa direita.
Além disto minha lentidão é algo que me debilita frente ao trabalho que é sempre muito acelerado, voce nunca consegue acabar um para começar outro. Ter que fazer tudo de uma só vez, o que não tenho conseguido,.
Hoje entretanto piorei, cheguei com a cabeça atordoada, e até uma conversa normal me prejudicava.
Deveria estar feliz com a Bienal a vista, as antologias, e a expectativa de pelo menos um dos livros publicados, mas na verdade estou com muito medo do novo.
Bem conversei com meu chefe e tentei marcar uma consulta, pois dia 26 tive e perdi, pois com as confusões de minha mente acabei me esquecendo, como só vou conseguir para segunda feira, lembrei que quado comecei o tratamento a médica prescreveu 3 carbamazepina e não duas (que venho tomando como controlador de humor) então tomei esta dose, as intercalei durante o dia. Houve uma hora que senti muita vontade de chorar e um certo medo, mas me sentii melhor .
Tudo isto é muito novo para mim.
Desde que sai de licença-prêmio para cuidar da saúde da minha mãe que estava com problema grave, isto dia 16 de junho me fechei escrevendo e cuidando dela. Não saí de casa, salvo os dias de médico e algumas pouquíssimas vezes com a família.
Meus últimos quinze dias de LP, com pedreiro em casa foram ainda mais reclusos. E a medida que os gastos previstos foram aumentando eu fui me desesperando, mas fora isto estava bem.
Já tinha passado a tristeza com a doença da minha mãe que não a obrigou a cirurgia e o fim do casamento do meu filho mas pelo contrário, me sentia feliz com todas estas coisas. Somente duas coisas me preocupavam: A volta ao trabalho depois de me habituar a dormir mais do que o normal e a ficar em casa, e as dívidas que tive apesar de ter parado a reforma antes de sua conclusão.
Bem, voltei há duas semanas e tem sido muito difícil como previa, trabalho e assim que chego em casa janto e logo em seguida deito e durmo até o dia seguinte. Quando as pessoas me convidam para sair recuso. Nos horários que consigo me manter acordada, converso um pouco com os amigos pela internet fico um pouco com a familia e trabalho nos meus livros.
O arrepio que na verdade não sei se é um arrepio, talvez seja uma contração muscular,tem sido presente todos os dias.E normalmente ele é apenas na parte superior da coxa esquerda, mas hoje deu no braço e coxa direita.
Além disto minha lentidão é algo que me debilita frente ao trabalho que é sempre muito acelerado, voce nunca consegue acabar um para começar outro. Ter que fazer tudo de uma só vez, o que não tenho conseguido,.
Hoje entretanto piorei, cheguei com a cabeça atordoada, e até uma conversa normal me prejudicava.
Deveria estar feliz com a Bienal a vista, as antologias, e a expectativa de pelo menos um dos livros publicados, mas na verdade estou com muito medo do novo.
Bem conversei com meu chefe e tentei marcar uma consulta, pois dia 26 tive e perdi, pois com as confusões de minha mente acabei me esquecendo, como só vou conseguir para segunda feira, lembrei que quado comecei o tratamento a médica prescreveu 3 carbamazepina e não duas (que venho tomando como controlador de humor) então tomei esta dose, as intercalei durante o dia. Houve uma hora que senti muita vontade de chorar e um certo medo, mas me sentii melhor .
Tudo isto é muito novo para mim.
sexta-feira, 23 de julho de 2010
A primeira semana de retorno ao trabalho
Esta semana de trabalho, que hoje se encerrou, foi a primeira depois de 30 dias de férias. Assim que voltei mudei de canto.
Foi complicado demais para mim voltar. Já tinha me habituado a f azer as coisas no meu tempo, sem a pressão do dia-a-dia.
Tive um sono absurdo e muito medo de não dar conta. Voltou aquela coisa de me desgastar tanto por lá que assim que chego desmaio. Tinha programado ir fazer uma visita e dar um passeio, qual nada desmontei e desprogramei tudo.
A velha coisa dos arrepios na perna esquerda em períodos pré-depressão foi ferrenha, mas subsisti com a graça de Deus e só por Ele.
Estou aqui em plena sexta a noite, escrevendo no blog o que pensei escrever a semana inteira, apesar de que assim que cheguei adormeci e só agora acordei.
De modo geral estou feliz por esta semana ter passado e eu ter conseguido dar conta das principais coisas.Na próxima terei que fazer várias coisas não só no trabalho, mas na minha vida particular assim espero que o fim-de-semana seja bem revigorante.
Houve dias que não posso dizer que o equilíbrio foi nota 10, muito menos nota 7 ou 8,mas deu para dar nota 5 (risos)
Foi complicado demais para mim voltar. Já tinha me habituado a f azer as coisas no meu tempo, sem a pressão do dia-a-dia.
Tive um sono absurdo e muito medo de não dar conta. Voltou aquela coisa de me desgastar tanto por lá que assim que chego desmaio. Tinha programado ir fazer uma visita e dar um passeio, qual nada desmontei e desprogramei tudo.
A velha coisa dos arrepios na perna esquerda em períodos pré-depressão foi ferrenha, mas subsisti com a graça de Deus e só por Ele.
Estou aqui em plena sexta a noite, escrevendo no blog o que pensei escrever a semana inteira, apesar de que assim que cheguei adormeci e só agora acordei.
De modo geral estou feliz por esta semana ter passado e eu ter conseguido dar conta das principais coisas.Na próxima terei que fazer várias coisas não só no trabalho, mas na minha vida particular assim espero que o fim-de-semana seja bem revigorante.
Houve dias que não posso dizer que o equilíbrio foi nota 10, muito menos nota 7 ou 8,mas deu para dar nota 5 (risos)
segunda-feira, 19 de julho de 2010
Naqueles dias...

No tempo em que eu ainda não sabia que o que eu tinha era transtorno bipolar as coisas era diferentes, descontroladas, desalinhadas,difíceis e confusas para mim e para os que conviviam comigo.
E se aqueles dias fossem hoje as coisas era assim:
Se alguém me pergunta quem sou, peço que reformule a pergunta para quem eu estou. Pois sou um rio de mutações, de turbulências e turvas águas, nas quais não convém navegar.
Se alguém me dissesse compreendo o que diz, eu perguntaria como é possível que me compreenda se sequer eu sei se o que disse é o que penso, ou se o que penso digo?
Se alguém quisesse saber de mim, que define-se qual de mim a que se referia, porque hora eu era profunda tristeza, outra extema euforia.
Mas quando vejo que oje eu existo, eu sou, eu me compreendo como alguém que busca o equilíbrio como alvo e a rotina", no que ela oferece de melhor, como ideal.
Hoje se me busco me encontro, se mergulho consigo voltar a tona, por aver transparência em mim.
Naqueles dias sofri demais não apenas pelo que tinha,mas por desconhecer o que era.
Hoje sei que preciso enfrentar meu problema, superei meu medo e busquei ajuda, felizmente com a Graça de Deus a encontrei.
Teresa Azevedo
terça-feira, 6 de julho de 2010
Valrs inestimável
Estive eliminndo papéis velhos, separando coisas úteis de inúteis, fazendo contas, depois de vários dias que estou só em casa. O nervosismo e estresse me absorveu hoje. Vou tentar sair no fim-de-semana e ver se consigo relaxar. Parece que finalmente estou conseguindo começar colocar as coisas em ordem. iv que abrir mão de várias coisas,mas estou bem. Em outros tempos, tempos de descontrole isto me deixaria muito desiquilibrada, mas não, simplesmente avaliei a situação, percebi a impossibilidade e decidi que não faria o que tinha planejado. Isto me faz muito feliz, afinal sinto que o equilíbrio faz parte de minha vida. Para mim isto é fantástico, aliás para qualquer bipolar isto é algo de valor inestimável.
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